Novo plano diretor da cidade de São Paulo
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Novo plano diretor da cidade de São Paulo

A revisão do novo Plano Diretor de São Paulo trouxe mudanças significativas para a cidade. Antes, o plano buscava combater a verticalização excessiva e promover o adensamento em áreas próximas aos eixos de transporte. Agora, ele incentiva a verticalização em diversas áreas, flexibilizando parâmetros de ocupação do solo.


Com essas alterações, surgem oportunidades para investimentos imobiliários, especialmente em regiões que antes eram menos exploradas. Há a possibilidade de aproveitar o potencial de crescimento em áreas com maior permissão de construção, como a construção de edifícios residenciais e comerciais.


Além disso, o novo plano diretor também busca promover maior integração entre áreas verdes, transporte público e infraestrutura urbana. Isso pode gerar oportunidades para investimentos em empreendimentos sustentáveis e projetos que priorizem a qualidade de vida e a mobilidade urbana.


As principais atualizações do novo plano diretor:


1. Aumento da taxa de aproveitamento: Antes, em determinadas áreas, a taxa de aproveitamento era limitada a 2,0 (ou seja, a construção não poderia ultrapassar duas vezes o tamanho do terreno). Com a revisão, essa taxa pode ser ampliada, permitindo construções com taxas de aproveitamento de até 4,0 ou mais, dependendo da região.


2. Redução das restrições de gabarito: O plano anterior limitava a altura dos edifícios em determinadas zonas da cidade. Com a revisão, essas restrições foram flexibilizadas, permitindo maior altura e número de pavimentos em áreas específicas.


3. Ampliação das áreas com potencial de verticalização: O novo Plano Diretor identificou áreas estratégicas para o adensamento urbano, ampliando as zonas com maior potencial de verticalização em comparação ao plano anterior. Isso significa que mais regiões da cidade podem se beneficiar das oportunidades de construção em altura.


4. Incentivos para retrofit e requalificação urbana: O plano diretor também promove incentivos para a requalificação de imóveis existentes, como o retrofit de edifícios antigos. Isso permite a revitalização de áreas urbanas, incentivando investimentos em projetos de renovação e revitalização.


É importante ressaltar que os valores específicos de flexibilização podem variar dependendo das zonas e das diretrizes específicas de cada região da cidade. Os exemplos acima são apenas ilustrativos para demonstrar a ideia geral de maior flexibilidade nas restrições e regulamentações relacionadas ao adensamento e à verticalização.


Em resumo, a revisão do Plano Diretor de São Paulo traz mudanças no cenário urbano, criando novas oportunidades para investimentos imobiliários e estimulando o desenvolvimento de uma cidade mais integrada e sustentável. É importante acompanhar de perto as diretrizes e oportunidades decorrentes dessas mudanças para aproveitar o potencial de crescimento da cidade.


Lucas Melhem

CRECI 216150


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